Memória de Elefante

Mem ria de Elefante O livro acompanha a crise existencial do narrador um psiquiatra que mora em Lisboa alter ego do pr prio Lobo Antunes Regressado de Angola e separado da mulher e das filhas o protagonista revela ao l

  • Title: Memória de Elefante
  • Author: António Lobo Antunes
  • ISBN: 9789896600846
  • Page: 235
  • Format: Paperback
  • O livro acompanha a crise existencial do narrador, um psiquiatra que mora em Lisboa alter ego do pr prio Lobo Antunes Regressado de Angola e separado da mulher e das filhas, o protagonista revela ao longo da narrativa que transcorre em um nico dia sua grande m goa em rela o ao casamento fracassado.

    Marlia de Dirceu Tomas Antonio Gonzaga Tomaz Antonio Gonzaga Marlia de Dirceu PARTE I Lira I Eu, Marlia, no sou algum vaqueiro, Que viva de guardar alheio gado De tosco trato, d QQ qq

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      235 António Lobo Antunes
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      Posted by:António Lobo Antunes
      Published :2018-07-13T03:29:57+00:00

    One thought on “Memória de Elefante”

    1. Finalmete consegui terminar! Nunca pensei ter tão pouca vontade de ler um livro tão pequenino e admito que só não desisti de o ler devido a esta minha persistência em não deixar nenhum livro a meio e claro, tendo em conta o autor que é.Este livro além da escrita complexa é uma confusão tremenda! Cheio de metáforas e introspecções misturadas com descrição de cenário onde se sobrepõem a 1ª com a 3ª pessoa e eu acabei meia perdida na história.Não foi um bom começo na aventura, [...]

    2. "Memória de Elefante", a que nada esquece e tudo guarda, a que não deixa morrer. Num registo completamente diferente dos seus trabalhos mais maduros mas ainda capaz de trocar algumas vistas menos acostumadas António Lobo Antunes estreia-se com um pequeno livro de registo autobiográfico e enciclopédico. Uma forma de se inserir de início no seu universo ficcional. As influências poéticas, literárias e musicais que construiram o escritor estão aqui, mas também aqui habitam algumas outras [...]

    3. Lembra-me inevitavelmente Os Cus de Judas. Já o li há uns anos, mas o estilo e a temática são reconhecíveis. São ambos uma espécie de auto-biografia do autor, ou pelo menos, têm bastantes pontos em comum. Tal como o outro, a história passa-se num único dia, a personagem principal parece ser a mesma, neste fala um pouco menos sobre a guerra colonial. Uma maratona de memórias e metáforas que não perde a atualidade apesar de ter a mesma idade que eu (o que não é muito antigo para ida [...]

    4. António Lobo Antunes is generally considered to be one of the foremost Portuguese writers and there are many who think that he, rather than his compatriot José Saramago, should have received the Nobel prize for literature in 1998. However, since the Nobel prize committee has a distinct penchant for awarding mediocrity, it appears unlikely he will ever get it; for if there is one thing Lobo Antunes’ writing is not, it is mediocre, or indeed middle­-of­-the­-road or mainstream, but each one [...]

    5. A primeira obra de António Lobo Antunes é um livro intrigante.Não é que "Memória de Elefante" seja um livro complicado de ler, ou que a sua história seja muito intrincada. De facto, trata-se de um livro que se resume numa frase: um psiquiatra anda às voltas por Lisboa, perdido nos seus pensamentos sobre a guerra colonial e, sobretudo, o seu casamento terminado. Uma história provavelmente autobiográfica.Porquê, então, um livro intrigante?A história, já se viu, é diminuta - mas isso [...]

    6. Este livro é um caso peculiar.Reconheço-lhe várias qualidades, narrativas e de escrita, mas não consegui propriamente gostar dele.Reconheço, também, a genialidade do Lobo Antunes. A sua capacidade de fazer de tudo uma metáfora, de oscilar entre passo e presente, entre um narrador na primeira e na terceira pessoa. Reconheço, até, a sua capacidade de usar palavras que, de todo, desconhecia. Assim, umas atrás das outras.Mas, para mim, a literatura é um escape. Se quisesse algo tão genia [...]

    7. Complejo en el estilo, extremadamente ácido en la crítica a la sociedad (aunque no por ello deje de tener razón)y cargado de múltiples referencias literarias y artísticas que te dejan sin aliento. Sublime. Seguiré leyendo a Lobo Antunes. Algunas citas: "Te amo tanto que no sé amarte, amo tanto tu cuerpo y lo que en ti no es tu cuerpo que no comprendo por qué nos perdemos si a cada paso te encuentro, si siempre al besarte besé más que la carne de la que estás hecha, si nuestro matrimon [...]

    8. Mi primer "seis estrellas" del año. Reconozco que "Uma viagem à Índia", de Gonçalo M. Tavares, es muy superior en lo que a la técnica se refiere, pero "Memoria de elefante" me fascinó de principio a fin. He disfrutado muchísimo de los toques de poesía, las referencias artísticas, las cartas de amor fragmentadas y el paseo por una ciudad sumergida en un bruma de melancolía. Creo que hay muy pocos autores portugueses con esta capacidad para desnudar el pueblo luso. Ahora bien, el problem [...]

    9. Com uma linguagem moderna e vocabulário da própria gíria, apesar de ser uma obra literária do século XX, António Lobo Antunes apresenta-nos uma história que foca a (re)procura do amor, talvez um amor novo, talvez um amor já adquirido porém no momento perdido.O protagonista, um psiquiatra que vive na linha de Cascais, conta-nos a sua história, as suas crenças e as suas memórias mais privadas (que muitas das vezes são semelhantes às nossa próprias memórias) de uma forma bastante in [...]

    10. I knew I was in for a treat, but oh boy… Unfortunately there’s no translation into English, for now, but the title would be something like “Elephant’s Memory” (or not, I’m really not good at this). Lobo Antunes is a Portuguese psychiatrist and proliphic writer and I’m ashamed for never before having picked up any of his books. People have recommended me this one as a baptism, probably because it’s one of the shortest and it’s auto-bibliographical. You can tell immediately he’ [...]

    11. Me lancé a una aventura desconocida. Sin guías, sin luces, mapas o rumbos fijos. Lobo Antunes era, y aún es, un enigma para mí. El portugués innova con su técnica, satisface con sus referencias a la literatura ( ¿no estamos todos los aquí presentes enamorados de las letras y de los pensamientos?, aburre con sus exageradas metáforas y confunde con sus cientos de referencias a la cultura pop y la vida política de Portugal (han abusado de mi ignorancia). Navegué, evidentemente extraviado [...]

    12. "a solidão possui o gosto azedo do álcool sem amigos, bebido pelo gargalo, encostado ao zinco do lava-loiças".António Lobo Antunes não é o clássico contador de histórias. Possivelmente, até será um mau contador de histórias. Mas o que é que isso conta, quando se escreve tão bem? Nunca li um livro que usasse e abusasse tanto de figuras de estilo. Um hino à cultura portuguesa, o seu primeiro romance, de 1979.

    13. Uma escrita crua, muito fluída e genuína. É preciso manter a atenção e é fácil perdermo-nos. Não que haja mal nisso, por não se perder muito e por ser bom divagarmos em nós mesmos, fruto do que outrém totalmente desconhecido divagou e registou.Possui passagens dinâmicas; bonitas à sua maneira, como tudo o que é bonito por aqui.

    14. conspiracaodasletras.Tudo o que é bom deve ser saboreado. É esta a minha relação com a obra de António Lobo Antunes, algo que quero ir degustando a pouco e pouco.Desta vez optei por ir onde tudo começou, ler o primeiro romance do autor. À partida pensei encontrar neste livro um estilo de escrita muito diferente do utilizado nos seus romances mais recentes. Apesar de uma outra nuance em que de facto se nota diferença, não encontrei nada de muito significativo. Na minha opinião, a capaci [...]

    15. O Psiquiatra DeprimidoConsiderado por muitos críticos o melhor escritor português vivo e um dos grandes da literatura contemporânea, António Lobo Antunes tem em Memória de Elefante, seu primeiro livro publicado, uma história densa, obscura e auto-biográfica.O livro acompanha um dia da vida do Psiquiatra, o protagonista do romance, a vagar por uma Lisboa que enfrenta as sequelas ainda vívidas do regime Salazarista. Inferiorizado pela família, abandonado pela esposa e filhas e atormentado [...]

    16. Comecemos do principio, sim.Odeio palavrões! Odeio de morte a falta de educação, e este livro começa muito mal, nesse aspecto. Não sabia se rir ou chorar com a quantidade de baboseiras das primeiras páginas. Depois a coisa lá amainou e eu tentei focar-me noutras coisas até descobrir que não havia muitos pontos a favor.Fiquei a saber que o autor é muito culto, o protagonista sabia muito de literatura, pintura e cultura em geral. Mas convenhamos que não deviam assumir que toda a gente p [...]

    17. Siempre me resulta entretenido leer diversos settings para una novela moderna claramente existencialista, y este es de la variedad Psiquiatras reprimidos en Portugal que se están por separar. Me recordó a Moravia y a Céline (en su efusividad), y también -mucho- a Cortázar (probablemente por las numerosísimas referencias literarias, artísticas y musicales). Es un libro bastante negro sobre las miserias humanas y la de un tipo en particular, trastornado por su crianza, una experiencia béli [...]

    18. Estreia literária de António Lobo Antunes, um dos nomes mais marcantes da literatura portuguesa contemporânea, «Memória de Elefante» é uma primeira obra original e irreverente, que marca pelo pendor autobiográfico e pela influência que a Guerra Colonial teve, inquestionavelmente, no escritor e em várias das suas obras posteriores a esta inicial. Seguimos o dia na vida de um psiquiatra, que participou no Ultramar, e que no presente da narrativa é um homem desiludido consigo próprio, m [...]

    19. Em Memória de Elefante, é-nos apresentada uma escrita forte (condimentada), predominantemente pessimista, pontuada por erupções de perspicácia analítica mas também por divagações rocambolescas. O livro narra o drama interior vivido por um psiquiatra trintão que se vê dramática e inesperadamente na vida sem a presença da esposa (e filhas), realidade que manifestamente não consegue aceitar e digerir.Memória de Elefante vale não pela história, não por proporcionar poderosos ensina [...]

    20. "Memoria de elefante" es mi primer Antunes y ha sido difícil conectar con su escritura. El primer tercio de la lectura ha sido una lucha constante con cada una de las frases, cargadas de citas y referencias (muchas se me escapan), con sobre adjetivaciones y con continuos saltos en la narración. Pero conforme pasaba la lectura, poco a poco, Antunes me ha ido conquistando. El psiquiatra que al principio me era distante ha acabado ganándome también para su causa, como el propio Antunes. Las des [...]

    21. A escrita de Lobo Antunes é a própria figura do protagonista: conturbada, complexa para lá do que entende mas simples no reflexo franco que pinta, criada a punho por entre referencias e aspirações que são igual parte adorno e engano, e, acima de tudo, profundamente tóxica, da melhor forma possível. Numa trama simples e curta duma vida que podia ser de qualquer um capta dolorosamente a alma de quem, cheio por dentro de palavras e memorias coleccionadas em paixão temperada, sufoca nas mes [...]

    22. Li-o de uma assentada. Em dois dias.Se tivesse lido este livro quando foi publicado, teria detestado.Agora, depois de ler as suas entrevistas e crónicas e conhecer bem a vida do autor, acho que o compreendi bem e consegui acompanhá-lo num dia da sua vida que descreve e em que expõe quase toda a sua vida, desde a infância à passagem pela guerra em África e toda a angústia que sente.É um livro triste. Muito triste.Os sentimentos de um homem separado da mulher e das filhas que continua a ad [...]

    23. Interessante! Partes geniais, misturadas com banalidades, brejeirices e destilação de veneno inútil. As forçadas referências intelectuais, o "name-dropping", são constantes por toda a obra, e deixam a dúvida se resultado da inexperiência do autor em seu primeiro livro ou puro pedantismo em flor (quem leu mais dele sabe que melhorou bastante deste último mal, mas nunca se curou por completo). Em suma, livro que precisava de uma profunda revisão, que lhe podaria pelo menos um quarto da s [...]

    24. Confesso que sendo a primeira obra que leio deste autor tinha algumas expectativas em ler este livro, que se revelaram completamente frustradasNão fiquei fã do estilo de escrita, pareceu-me completamente exagerada a utilização de metáforas (e igualmente de palavrões). Além disso a história é desinteressante narra o dia de um psiquiatra que abandona o lar e se debate com as saudades que sente das filhas e da ex-mulher e a sua tentativa de sentir menos solidão, acabando nos braços da pr [...]

    25. Gostei mais do que supunha. Gosto da forma como escreve, do vocabulário que usa, da cadência das frases, a simular o pensamento, com o mesmo tipo de encadeamento. Certo é que não pensamos todos de forma igual Há passagens dignas de citação. A densidade não é aparente, o que torna a leitura lenta. Não gostei do dia na vida deste personagem: a auto-comiseração não me atrai, e não creio que tivesse comprado este livro se não fosse um objecto lindíssimo.Cômputo geral, não dei o meu [...]

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